3.11.11

Stones. Beatles. Eu, e Dylan

Eu sempre fui mais Rolling Stones do que Beatles. Quer dizer, nem sei se existe isso ainda nos anos 2000, mas se eu tivesse que escolher um lado, seria o dos Stones. Digo, se eu tivesse que escolher uma mesa de boteco para sentar, seria a que estivesse Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts. Até porque o Ringo deve ser aquele tipo de gente que pede suco de melancia pra beber quando você está no pique de se afogar em cana. E o Paul é vegetariano, então pode esquecer-se de pedir uma porção de bacon ou de picanha. E o George e o John morreram.


Mas não é por causa de cachaça tudo isso. Acho que é porque, ao longo desses mais de 40 anos, os Stones só melhoraram. E se nenhum maluco tivesse matado o John Lennon em 1980, hoje ele estaria mais chato do que a Biork.

Mas, o grande efeito musical, e me interesso mesmo, é pelos efeitos das músicas de Dylan em mim e nos outros, e não pelo significado delas, é impossível não se apaixonar pelo cara, que tem um verso que vale por tudo, que é a filosofia de que “o amanhã é distante”, porque na verdade nunca alcançaremo-lo.


Bom, hoje eu vim aqui, só pra deixar um aviso... Ficarei Off, por alguns dias, talvez meses, ou quem sabe horas. Não sei, a única coisa que eu sei neste momento, é que preciso dá um tempo, das minhas redes sociais.


Até breve. :***