
Olha só, Eu poderia citar Stendhal e falar sobre os quatro amores: o amor-paixão, o amor-gosto; o amor físico e o amor-vaidade. Mas sabe o que é? Não curto essa de citar palavras de sabedorias, mas que são vazias. Prefiro o verbo AMAR no substantivo do presente, que é como eu sei AMAR. E isso não se explica. Isso está longe da sua realidade. Também poderia citar Ovídio e “A Arte de Amar”, Mas não vou… sabe por quê? Porque eu sei reinventar o AMOR a cada instante que ele acontece em mim. A arte de amar não é o conjunto das tuas palavras copiadas de algum texto leviano, disfarçadas de amor. Também poderia citar Carlos Drummond de Andrade… ”Amar se aprende amando”, mas talvez seja algo que você desconheça e que, paradoxalmente, me tenta explicar. Amei, fui amada e estou pronta para amar infinitas vezes. Mas tem uma coisa que você que me julga ainda não sabe: por onde eu já passei, e por onde eu já amei, sempre tornei a vida melhor.
A propósito, sou mutável. Altamente mutável. As vezes quero e de repente já não quero mais... sou fiel á minha mutabilidade. Quero a todas as coisas com a mesma intensidade... Mas com a mesma intensidade deixo de querer.
@BrisaFeliz